O grande objetivo que motiva Ronaldo, o Fenômeno, a treinar, a perder peso (ou tentar...) e a jogar num clube brasileiro é a possibilidade de voltar à seleção e disputar mais uma copa. Dessa maneira, poderia ampliar ainda mais sua vantagem em relação aos demais goleadores das copas do mundo. E entrar de vez para o panteão dos ídolos ao lado de Zidane, Cruijf, Müller, Pelé, Garrincha, Puskas e outros.
Jogou todas as suas fichas no Corínthians que, embora popular e vencedor, acabava de voltar da série B. Já foi campeão paulista (não se pode dizer que um torneio que reúne Palmeiras, Santos e São Paulo seja de pouca importância) e é finalista da Copa do Brasil. Não é pouca coisa. O restante da equipe lhe dá suporte: uma boa defesa, um meio-de-campo consistente e um ataque rápido. Tudo de que um bom artilheiro precisa.
Os gols não têm saído na quantidade sonhada, mas aparecem nos momentos mais decisivos. Naqueles momentos em que um gol às vezes vale por dois ou três. É com essa expectativa que o "Gordinho" viaja para Porto Alegre, para a decisão contra o Inter. Um gol e a conquista, seriam a glória. Uma má atuação com a perda do título, um inferno.
A questão não é só essa. É a terrível concorrência na seleção. Estará entre os quatro atacantes? Ninguém sabe o que será da carreira e da motivação do Ronaldo caso não esteja entre os atacantes escolhidos por Dunga. E como justificar a sua convocação quando Luis Fabiano vem voando baixo, Grafite brilha no futebol alemão, Alexandre Pato (apesar de estar em ponto morto) é uma alternativa forte, Keirrisson aposta em sua carreira internacional, Fred e Adriano sonham com um renascimento nos estádios brasileiros...
É, decididamente, o Gordinho não está tendo vida fácil.
Um ponto de encontro para quem quer discutir literatura, informática, política, esportes, e outros babados mais...
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sábado, 27 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Utilidade Pública
Acabo de ouvir no rádio do carro uma informação que pode mudar minha vida. O famoso prato chamado escondidinho, que até então se pensava ser de origem pernambucana, na verdade é carioca. E surgiu de um erro na receita. Num concurso de gastronomia, a chef tentou fazer um Vaca Atolada e saiu algo, digamos... um pouquinho diferente. Não se sabe se o nome foi porque num primeiro momento a autora ficou escondidinha, com vergonha, mas depois a receita errada acabou fazendo o maior sucesso.
O mesmo locutor informa que num restaurante do Pontão do Lago Sul estão servindo o prato numa versão frutos do mar, à razão de módicos (?!) sessenta reais por cabeça. Bebidas à parte.
O mesmo locutor informa que num restaurante do Pontão do Lago Sul estão servindo o prato numa versão frutos do mar, à razão de módicos (?!) sessenta reais por cabeça. Bebidas à parte.
Ovo de Galo

Homenagem ao líder do Brasileirão (até agora), embora eu não seja atleticano...
Graças do fino traço do André. Veja essas e outras charges no link http://crabjelly.zip.net/
sábado, 30 de maio de 2009
Zé Rodrix
Ainda não caiu a ficha. Por isso, demorei alguns dias para escrever alguma coisa sobre ele aqui.
Que dizer de Zé Rodrix? Ele, que era cantor, músico, escritor, compositor, produtor musical, cozinheiro amardor e homem de tantos outros instrumentos? Ele que imortalizou tantas canções dentro e fora do trio Sá, Rodrix e Guarabira?
O Zé Rodrix ultraprodutivo...
O Zé do Joelho de Porco.
O da "Primeira Canção da Estrada".
Eu me lembro dele cantando um tema de novela antiquíssima do horário das dez da Globo, a "Lucia Esparadrapo". E também estourando com "Soy latino-americano". Não cabe num post. Não cabe num blog inteiro.
Zé Rodrix era também publicitário. Incrível, né?
Aí, depois da sua morte (tão prematura), a imprensa divulgou um fato a seu respeito, que eu nem imaginava. Não num país que valoriza tão pouco os empreendimentos culturais, obrigando os artistas a fazer malabarismos para conseguir verbas e patrocínios para seus projetos.
Ao saber que um seu projeto seria montado graças à verba vinda de um órgão público, ele recusou-se a concretizar o projeto e jogou tudo pro alto. Disse: "não é justo que o dinheiro vindo de todos vá bancar a aventura de alguns...", algo por aí. Coragem e honestidade. Para poucos.
Esse era o Zé Rodrix.
O Zé Rodrix do "Zeppelin". Do "Mestre Jonas".
"Ama teu vizinho como a ti mesmo"...
O Zé da "Casa no campo". Tão bonita que dá vontade de transcrever a letra inteirinha aqui, neste espaço. Mas não precisa. É só pesquisar na internet.
O Zé Rodrix dos rocks rurais.
Mas que não teve receio das críticas ao desmistificar a "Casa no Campo", hino de toda uma geração (perdão pelo lugar-comum) e reescreveu-a para um jingle.
O Zé de tantos outros jingles desconhecidos do público.
De tanto mais, de tantos trabalhos, facetas, artes e ofícios. Que nem cabem numa só vida. Mas ele conseguiu.
Imagine se vai caber num blog então... ?
E eu, só queria uma casa no campo. Só isso bastava. Descanse em paz, Zé!
Que dizer de Zé Rodrix? Ele, que era cantor, músico, escritor, compositor, produtor musical, cozinheiro amardor e homem de tantos outros instrumentos? Ele que imortalizou tantas canções dentro e fora do trio Sá, Rodrix e Guarabira?
O Zé Rodrix ultraprodutivo...
O Zé do Joelho de Porco.
O da "Primeira Canção da Estrada".
Eu me lembro dele cantando um tema de novela antiquíssima do horário das dez da Globo, a "Lucia Esparadrapo". E também estourando com "Soy latino-americano". Não cabe num post. Não cabe num blog inteiro.
Zé Rodrix era também publicitário. Incrível, né?
Aí, depois da sua morte (tão prematura), a imprensa divulgou um fato a seu respeito, que eu nem imaginava. Não num país que valoriza tão pouco os empreendimentos culturais, obrigando os artistas a fazer malabarismos para conseguir verbas e patrocínios para seus projetos.
Ao saber que um seu projeto seria montado graças à verba vinda de um órgão público, ele recusou-se a concretizar o projeto e jogou tudo pro alto. Disse: "não é justo que o dinheiro vindo de todos vá bancar a aventura de alguns...", algo por aí. Coragem e honestidade. Para poucos.
Esse era o Zé Rodrix.
O Zé Rodrix do "Zeppelin". Do "Mestre Jonas".
"Ama teu vizinho como a ti mesmo"...
O Zé da "Casa no campo". Tão bonita que dá vontade de transcrever a letra inteirinha aqui, neste espaço. Mas não precisa. É só pesquisar na internet.
O Zé Rodrix dos rocks rurais.
Mas que não teve receio das críticas ao desmistificar a "Casa no Campo", hino de toda uma geração (perdão pelo lugar-comum) e reescreveu-a para um jingle.
O Zé de tantos outros jingles desconhecidos do público.
De tanto mais, de tantos trabalhos, facetas, artes e ofícios. Que nem cabem numa só vida. Mas ele conseguiu.
Imagine se vai caber num blog então... ?
E eu, só queria uma casa no campo. Só isso bastava. Descanse em paz, Zé!
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Reforma ortográfica
Eu, que trabalho com textos, acho horrível essa reforma. Não quero ser reacionário, mas ela para mim já nasceu incompleta. Nem avançamos decididamente, no sentido de facilitar o aprendizado do nosso idioma foneticamente pelo estrangeiro (como nos idiomas espanhol, italiano e alemão, e nem mantivemos a tradição e a importante diferenciação entre algumas palavras.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Lamentável!!!
Quem já circulou a pé pelas quadras do Plano Piloto, em Brasília, principalmente na Asa Norte, já constatou a verdadeira violência que alguns luminares perpetraram contra o projeto original da capital. A área de circulação entre os pilotis é uma marca registrada da nova capital. Tem a ver com a circulação das pessoas, com uma proposta de socialização dos vizinhos e uma nova configuração do espaço habitacional.
Pois alguns idiotas egoístas resolveram cercar com grades, barrando a livre circulação de pessoas sob seus blocos, alegando talvez integridade das pessoas (há, realmente, alguns desníveis entre um lado e outro do bloco) ou a própria segurança.
Haveria, certamente, soluções mais criativas, naturais e interessantes. Alternativas que não violassem o belo e inteligente projeto da capital.
Pois alguns idiotas egoístas resolveram cercar com grades, barrando a livre circulação de pessoas sob seus blocos, alegando talvez integridade das pessoas (há, realmente, alguns desníveis entre um lado e outro do bloco) ou a própria segurança.
Haveria, certamente, soluções mais criativas, naturais e interessantes. Alternativas que não violassem o belo e inteligente projeto da capital.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Onde não comer em Brasília
Há na Capital Federal lugares maravilhosos para uma confraternização, um happy hour ou um almoço. Certamente, não é o caso da “Churrascaria do Lago”, porém. Eu não indicaria para o meu pior inimigo. E olha que fica num lugar agradável e muito interessante: a poucos metros do Palácio da Alvorada. Mas nem isso ajuda... Se quiser mais detalhes, escreva para o meu e-mail (casegato@gmail.com) e terei prazer em lhe responder com maiores informações, acerca de um desventurado almoço naquele local...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Candidato a presidente...
Começa a surgir na imprensa que o senador amazonense Arthur Virgílio já se coloca como possível candidato para as prévias do seu partido, o PSDB, para as próximas eleições presidenciais. Ora, pois, mas que trabalho ele tem para mostrar, além "metralhadora giratória" contra o governo?
O que ele fez até hoje? Quais as suas realizações? Qual a sua experiência administrativa? O que se sabe hoje acerca do senhor Arthur Virgílio, além de sua violência verbal assacada contra o governo, e sem muitos resultados positivos?
O que ele fez até hoje? Quais as suas realizações? Qual a sua experiência administrativa? O que se sabe hoje acerca do senhor Arthur Virgílio, além de sua violência verbal assacada contra o governo, e sem muitos resultados positivos?
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Um blog, não mais...
Um blog é sempre um blog, não mais do que um blog. O título, que pode parecer pedante ou pretensioso, aponta para um paradoxo. A multidão, sinônimo de glória e aplauso, também faz com que o indivíduo seja diluído, triturado. Em Lisboa ou em Jacarta. Ou em qualquer outro lugar deste que já foi chamado um "Vale de Lágrimas".
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