Como dizia o saudoso e venerável Barão de Itararé:De onde menos se espera, daí é que não sai nada.
Um ponto de encontro para quem quer discutir literatura, informática, política, esportes, e outros babados mais...
No esporte, nem sempre as coisas são claras e cristalinas. No futebol, muito menos. Sabe aqueles caras armados que invadiram o vestiário da Portuguesa outro dia, ocasionando a saída do técnico Renê Simões e do jogador Edno, a estrela do time?
A Sony está anunciando seu novo aparelho de leitura, chamado Daily Edition. Ele tem uma tela touchscreen de 7 polegadas, custará U$399 e chega às lojas em dezembro. Terá também o recurso de internet 3G para baixar os livros (fonte: Jornal da Tecnologia - http://jornaltecnologia.com.br ).
Um dos meus passatempos preferidos são as cruzadinhas, como costuma chamar meu afilhado mineiro (e corintiano) Rodrigo. Pena que o tempo não deixe que eu consuma pelo menos uma revista por semana dessa prazeirosa atividade. Mas descobrir palavras e decifrar outras é um passatempo para horas a fio, de concentração e relaxamento.
Se olharmos um notebook de apenas oito ou dez anos atrás, ele irá parecer um dinossauro. Vejam agora a última novidade, de acordo com o site IDGnow:
Dia desses, perambulando pelas imediações da escola do meu filho equanto aguardava sua saída das aulas, encontrei num jornaleiro um expositor com os excelentes livros de bolso da gaúcha L&PM. E dei de cara com esse título do John Fante, "1933 foi um ano ruim", que já havia me chamado a atenção outras vezes.
Durante sua turbulenta vida, John Fante amargou recusas de editores e padeceu da falta de reconhecimento pelo seu trabalho, não muito extenso mas que bastou para chamar a atenção de ícones como Charles Bukowski e influenciar a turma da geração beat, como Jack Kerouac. No entanto, teve de ganhar a vida muitas vezes como roteirista de Hollywood, outra ironia do destino.
Sempre gostei de quadrinhos, desde criança. Como só temos uma vida (pelo menos de cada vez), muitas vezes temos de abrir mão de certos prazeres pela falta de tempo. Esse foi um dos interesses que acabaram ficando em segundo plano no meu dia-a-dia, infelizmente.
E que surpresa! Eu já o conhecia através de outras ilustrações, e do trabalho com as histórias em quadrinhos. Conhecia, por exemplo, a vampira nacional Mirza, mas não a relacionava ao ilustrador, naquele momento. Perdoável, uma vez que nunca tive muita queda por vampiros, sem desmerecer o trabalho marcante e definitivo do mestre Colonnese. Mas ver a ambientação e as personagens de "A morte do Conde" através dos quadros do Colonnese, foi um momento a ser guardado para a posteridade.
O Brasil perdeu o grande ilustrador em 2008 aos 79 anos.